Material: Vaso de vidro; laço vermelho; medalhão dourado e outro prata; garrafa com água; anel; 24 pedras.
História: Adaptação da história “A bruxa e o caldeirão”, de José Leon Machado.
A bruxa Etelvina preparava uma sopa com uns olhinhos de couve para o jantar, e viu que o caldeirão estava furado. Mas era um furo bem pequenino, quase invisível a olho, era o suficiente para cair pingo por pingo e ir apagando o fogo.
Isso nunca tinha acontecido com a Bruxa, então ela foi consultar o livro de poções, folheou-o de ponta a ponta e nada encontrou sobre a forma de resolver o problema do furo. O que haveria de fazer? Uma bruxa sem caldeirão era como padeiro sem forno. De que forma poderia preparar as poções?
Era muito aborrecido aquele furo no caldeirão. Nem a sopa do dia-a-dia podia cozinhar. Mantinha-
-se a pão e água, que remédio, enquanto não encontrasse uma forma de resolver o caso.
A Bruxa pensou e começou a desconfiar se o mercador que lhe vendera o caldeirão na feira há muitos anos atrás a não teria enganado com material de segunda categoria. Ela ainda era inexperiente e podia ter sido enganada pelo mercador.
Decidiu então ir à próxima feira e levar o caldeirão ao mercador. Procurando na secção das vendas de apetrechos de cozinha, a bruxa viu que o mercador não era o mesmo, era o neto e, claro, não se lembrava. Ficou desapontada. Perguntou-lhe, o que podia fazer com o caldeirão furado.
O mercador olhou e disse:
– Este caldeirão só serve de vaso para flores.
A bruxa irritou-se com a sugestão e, não fosse a gente toda ali na feira, transformava-o em sapo. Acabou por dizer:
– A solução parece boa, sim senhor. Mas diga-me cá: Se faço este de vaso onde irei cozinhar?
O mercador sem demora mostrou um outro.
– Neste aqui que está com um bom preço.
A bruxa olhou para o caldeirão que o mercador apontava, dentre vários outros, e ficou encantada.
– Pois bem, levo-o. Disse a Bruxa.
O mercador esfregou as mãos de contente.
– Mas aviso-o; acrescentou a bruxa.
– Se lhe acontecer o mesmo que ao outro, pode ter a certeza de que o transformarei em sapo.
O mercador riu enquanto embrulhava o novo caldeirão.
A bruxa pagou três moedas de prata e foi para casa muito satisfeita com a compra. O caldeirão
era realmente uma maravilha. Bonito na sua cor nova e brilhante. Em relação ao caldeirão velho,
a bruxa seguiu o conselho do mercador: colocou em frente da casa com vaso de flor.
Os anos foram passando e a bruxa continuou com suas poções. Até que um dia apareceu um furo no
novo e agora velho caldeirão. Rogou uma praga tamanha que o mercador que lhe vendera o caldeirão transformou-se num sapo.
E a bruxa muito brava comprou um caldeirão de cristal.
Atividade:
1º) Vamos começar a fazer a poção para isso precisamos procurar o caldeirão de cristal da bruxa na sala de início e fim; (sala de vídeo)
2º) Achamos o vaso, agora precisamos procurar o Laço Vermelho da princesa na sala do sono; (sala de dormir)
3º) Que legal, mas a poção ainda não funciona, pois precisamos procurar o Medalhão de ouro e o medalhão de prata do príncipe, um está onde só os meninos podem entrar (banheiro masculino); o outro onde só as meninas podem entrar (banheiro feminino)
4º) A poção precisa da água mágica da Bruxa, então vamos procurar a garrafa da Bruxa que está na fonte da vida; (bebedouro)
5º) Para que a mágica funcione precisamos achar o Anel do mago, ele está atrás de uma das portas.
6º) Falta pouco para a poção ficar pronta, agora precisamos procurar as 24 pedras mágicas onde não se fala com a boca cheia; (refeitório) cada um deverá trazer uma e sentar no círculo dos bons.
Pronto, temos tudo o que precisa para fazer a poção, vou colocar o anel para preparar a poção, primeiro vou pegar o vaso e amarrar o laço em volta, agora vou colocar o medalhão de ouro e prata dentro, cada um faz um pedido, mas não pode dizer a ninguém, agora um por um vai colocar a pedra dentro.
FALAR: Se a água ficar vermelha o pedido vai se tornar real para todos que forem bons.
Despejar a água dentro (para dar o efeito vermelho pode-se colocar pó xadrez ou papel crepom). Pode-se borrifará perfume escondido.
Agora de pé vamos gritar VIVAS!
domingo
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