Disponibilizei meu E-book para download, aproveitem.
Volume 1 e 2.
http://portugues.free-ebooks.net/autor/sidnei-fernandes
terça-feira
Se você quer aprender novas brincadeiras ou a técnica da modelagem em balão canudo, adquira o e-book "Animação de festas: brincadeiras e esculturas volume 1".
Gratuito em: http://portugues.free-ebooks.net/ebook/Animacao-de-festas-Brincadeiras-e-esculturas-vol-1
BRINCADEIRAS CONTIDAS NO E-BOOK:
1. A caçada
2. A raposa e os pintinhos
3. Alerta!
4. Arco móvel
5. Batalha Naval
6. Bingo nominal
7. Bombardeio
8. Caça a raposa
9. Caçada
10. Caçador de coelhos
11. Caçadores
12. Cachorro
13. Cada macaco no seu galho
14. Carteiro
15. Céu, terra, mar
16. Círculo da desordem
17. Coelho vá buscar sua cenoura
18. Consulado
19. Corrente humana
20. Corrida das centopéias
21. Cronômetro
22. Dança da cadeira sem ganhador
23. Desarrumar
24. Detonador
25. Elemento Bomba
26. Espelho
27. Estafeta dos engarrafadores
28. Fogo andante
29. Forme a palavra
30. Fórmula mágica
31. Fuga da prisão
32. Guerra dos bruxos
33. Ilha
34. Ladrão de laranjas
35. Limão, mamão, melão
36. Manduca manda
37. Meia noite
38. Memorização
39. Morto/vivo
40. Naufrágio
41. Nunca três
42. O buldogue
43. O lenço
44. O urso
45. O vento sopra
46. Os 12 Excursionistas
47. Ovo podre
48. Pare o pião
49. Passa a bola
50. Passar o Veneno
51. Passe e diga!
52. Pedro peteleco
53. Pegar
54. Pegar o dono
55. Pescador
56. Poing
57. Quem é o culpado
58. Retrato da família - Miler, Griler, Filer
59. Reverso
60. Roubar a cauda
61. Saltar o riacho
62. Soprobol
63. STOP!
64. Telefone sem fio
65. Terremoto
66. Tiro de canhão
67. Tubarão
68. Vai, mas volta
69. Varinha mágica
70. Vírus
ESCULTURAS EM BALÃO
Noções Básicas
Como amarrar o balão.
Segmento ou bolinha.
Fechar um segmento.
Torção fechada ou beliscão.
Tulipa ou maçã.
Modelar o balão em coração
Estourar segmento
Balão Sobressalente
Como se faz...
1. Cachorro
2. Girafa
3. Rato
4. Elefante
5. Coelho
6. Poodle
7. Espada simples
8. Espada do pirata
9. Beija-flor
10. Abelha
11. Borboleta
12. Cisne
13. Papagaio no poleiro
14. Flor
15. Sapo
16. Urso
17. Cavalo
18. Macaco
19. Jacaré
20. Moto
Está interessado então escreva para: trabalho_abnt@ibest.com.br
domingo
Se gostou do volume 1 então vai adorar o volume 2 do e-book "Animação de festas: brincadeiras e esculturas volume 2".
Disponível em: http://portugues.free-ebooks.net/ebook/Animacao-de-festas-Brincadeiras-e-esculturas-vol-2
BRINCADEIRAS CONTIDAS NO E-BOOK:
1. Abaixo a extinção.
2. Abobrinha.
3. Adjetivo.
4. Avião Pegador.
5. Cadê meu sapato?
6. Casamento Chinês.
7. Como vai?
8. Contaminação.
9. Cooperação.
10. Corrida da formiga.
11. Corrida da modelo.
12. De um limão e meio limão.
13. Dentro / Fora.
14. Dr. Frankenstein
15. Empresta o carro?
16. Encanamento.
17. Fica ou passa?.
18. A jaula.
19. Jogo da velha humano.
20. Maneco.
21. O mar está agitado.
22. Memória Humana.
23. Memorizando.
24. A Minha direita está vaga!
25. Minoria!
26. Motorista consciente.
27. O muro.
28. Nó Humano.
29. Onde está o “X” gatinho?
30. Organizando a fazenda.
31. Palavras unidas.
32. Passar o anel
33. Pedra, papel, tesoura.
34. Pega ou foge!
35. O perdigueiro.
36. Ponga-ponga.
37. A ponte.
38. Poste
39. Pular carniça.
40. Pular corda – Foguinho
41. Pular corda – O relógio.
42. Pular corda – Subi na roseira.
43. Pular corda – Um homem.
44. Quem é o músico?
45. Quente ou frio.
46. Relação.
47. Salada de frutas
48. Sherlock Holmes.
49. Siga o rastro!
50. A sopa.
51. Sorriso Milionário.
52. Telefone sem fio sensorial.
53. Tiro pela Culatra.
54. Torre de comando.
55. Tu falas e eu retruco.
ESCULTURAS EM BALÃO
Por que não encher todo o balão?
Técnica para encher com a boca
Por que não encher com a boca?
Evite o estouro!
Como se faz...
1. Dromedário
2. Tigre
3. Leão
4. Porco
5. Hipopótamo
6. Rinoceronte
7. Ovelha
8. Lutador
9. Pombos apaixonados
10. Homem-aranha simples
11. Patolino
12. Papa-léguas
13. Pantera cor de rosa
Disponível em: http://portugues.free-ebooks.net/ebook/Animacao-de-festas-Brincadeiras-e-esculturas-vol-2
BRINCADEIRAS CONTIDAS NO E-BOOK:
1. Abaixo a extinção.
2. Abobrinha.
3. Adjetivo.
4. Avião Pegador.
5. Cadê meu sapato?
6. Casamento Chinês.
7. Como vai?
8. Contaminação.
9. Cooperação.
10. Corrida da formiga.
11. Corrida da modelo.
12. De um limão e meio limão.
13. Dentro / Fora.
14. Dr. Frankenstein
15. Empresta o carro?
16. Encanamento.
17. Fica ou passa?.
18. A jaula.
19. Jogo da velha humano.
20. Maneco.
21. O mar está agitado.
22. Memória Humana.
23. Memorizando.
24. A Minha direita está vaga!
25. Minoria!
26. Motorista consciente.
27. O muro.
28. Nó Humano.
29. Onde está o “X” gatinho?
30. Organizando a fazenda.
31. Palavras unidas.
32. Passar o anel
33. Pedra, papel, tesoura.
34. Pega ou foge!
35. O perdigueiro.
36. Ponga-ponga.
37. A ponte.
38. Poste
39. Pular carniça.
40. Pular corda – Foguinho
41. Pular corda – O relógio.
42. Pular corda – Subi na roseira.
43. Pular corda – Um homem.
44. Quem é o músico?
45. Quente ou frio.
46. Relação.
47. Salada de frutas
48. Sherlock Holmes.
49. Siga o rastro!
50. A sopa.
51. Sorriso Milionário.
52. Telefone sem fio sensorial.
53. Tiro pela Culatra.
54. Torre de comando.
55. Tu falas e eu retruco.
ESCULTURAS EM BALÃO
Por que não encher todo o balão?
Técnica para encher com a boca
Por que não encher com a boca?
Evite o estouro!
Como se faz...
1. Dromedário
2. Tigre
3. Leão
4. Porco
5. Hipopótamo
6. Rinoceronte
7. Ovelha
8. Lutador
9. Pombos apaixonados
10. Homem-aranha simples
11. Patolino
12. Papa-léguas
13. Pantera cor de rosa
domingo
SESSÃO HISTORIADA – POÇÃO MÁGICA
Material: Vaso de vidro; laço vermelho; medalhão dourado e outro prata; garrafa com água; anel; 24 pedras.
História: Adaptação da história “A bruxa e o caldeirão”, de José Leon Machado.
A bruxa Etelvina preparava uma sopa com uns olhinhos de couve para o jantar, e viu que o caldeirão estava furado. Mas era um furo bem pequenino, quase invisível a olho, era o suficiente para cair pingo por pingo e ir apagando o fogo.
Isso nunca tinha acontecido com a Bruxa, então ela foi consultar o livro de poções, folheou-o de ponta a ponta e nada encontrou sobre a forma de resolver o problema do furo. O que haveria de fazer? Uma bruxa sem caldeirão era como padeiro sem forno. De que forma poderia preparar as poções?
Era muito aborrecido aquele furo no caldeirão. Nem a sopa do dia-a-dia podia cozinhar. Mantinha-
-se a pão e água, que remédio, enquanto não encontrasse uma forma de resolver o caso.
A Bruxa pensou e começou a desconfiar se o mercador que lhe vendera o caldeirão na feira há muitos anos atrás a não teria enganado com material de segunda categoria. Ela ainda era inexperiente e podia ter sido enganada pelo mercador.
Decidiu então ir à próxima feira e levar o caldeirão ao mercador. Procurando na secção das vendas de apetrechos de cozinha, a bruxa viu que o mercador não era o mesmo, era o neto e, claro, não se lembrava. Ficou desapontada. Perguntou-lhe, o que podia fazer com o caldeirão furado.
O mercador olhou e disse:
– Este caldeirão só serve de vaso para flores.
A bruxa irritou-se com a sugestão e, não fosse a gente toda ali na feira, transformava-o em sapo. Acabou por dizer:
– A solução parece boa, sim senhor. Mas diga-me cá: Se faço este de vaso onde irei cozinhar?
O mercador sem demora mostrou um outro.
– Neste aqui que está com um bom preço.
A bruxa olhou para o caldeirão que o mercador apontava, dentre vários outros, e ficou encantada.
– Pois bem, levo-o. Disse a Bruxa.
O mercador esfregou as mãos de contente.
– Mas aviso-o; acrescentou a bruxa.
– Se lhe acontecer o mesmo que ao outro, pode ter a certeza de que o transformarei em sapo.
O mercador riu enquanto embrulhava o novo caldeirão.
A bruxa pagou três moedas de prata e foi para casa muito satisfeita com a compra. O caldeirão
era realmente uma maravilha. Bonito na sua cor nova e brilhante. Em relação ao caldeirão velho,
a bruxa seguiu o conselho do mercador: colocou em frente da casa com vaso de flor.
Os anos foram passando e a bruxa continuou com suas poções. Até que um dia apareceu um furo no
novo e agora velho caldeirão. Rogou uma praga tamanha que o mercador que lhe vendera o caldeirão transformou-se num sapo.
E a bruxa muito brava comprou um caldeirão de cristal.
Atividade:
1º) Vamos começar a fazer a poção para isso precisamos procurar o caldeirão de cristal da bruxa na sala de início e fim; (sala de vídeo)
2º) Achamos o vaso, agora precisamos procurar o Laço Vermelho da princesa na sala do sono; (sala de dormir)
3º) Que legal, mas a poção ainda não funciona, pois precisamos procurar o Medalhão de ouro e o medalhão de prata do príncipe, um está onde só os meninos podem entrar (banheiro masculino); o outro onde só as meninas podem entrar (banheiro feminino)
4º) A poção precisa da água mágica da Bruxa, então vamos procurar a garrafa da Bruxa que está na fonte da vida; (bebedouro)
5º) Para que a mágica funcione precisamos achar o Anel do mago, ele está atrás de uma das portas.
6º) Falta pouco para a poção ficar pronta, agora precisamos procurar as 24 pedras mágicas onde não se fala com a boca cheia; (refeitório) cada um deverá trazer uma e sentar no círculo dos bons.
Pronto, temos tudo o que precisa para fazer a poção, vou colocar o anel para preparar a poção, primeiro vou pegar o vaso e amarrar o laço em volta, agora vou colocar o medalhão de ouro e prata dentro, cada um faz um pedido, mas não pode dizer a ninguém, agora um por um vai colocar a pedra dentro.
FALAR: Se a água ficar vermelha o pedido vai se tornar real para todos que forem bons.
Despejar a água dentro (para dar o efeito vermelho pode-se colocar pó xadrez ou papel crepom). Pode-se borrifará perfume escondido.
Agora de pé vamos gritar VIVAS!
História: Adaptação da história “A bruxa e o caldeirão”, de José Leon Machado.
A bruxa Etelvina preparava uma sopa com uns olhinhos de couve para o jantar, e viu que o caldeirão estava furado. Mas era um furo bem pequenino, quase invisível a olho, era o suficiente para cair pingo por pingo e ir apagando o fogo.
Isso nunca tinha acontecido com a Bruxa, então ela foi consultar o livro de poções, folheou-o de ponta a ponta e nada encontrou sobre a forma de resolver o problema do furo. O que haveria de fazer? Uma bruxa sem caldeirão era como padeiro sem forno. De que forma poderia preparar as poções?
Era muito aborrecido aquele furo no caldeirão. Nem a sopa do dia-a-dia podia cozinhar. Mantinha-
-se a pão e água, que remédio, enquanto não encontrasse uma forma de resolver o caso.
A Bruxa pensou e começou a desconfiar se o mercador que lhe vendera o caldeirão na feira há muitos anos atrás a não teria enganado com material de segunda categoria. Ela ainda era inexperiente e podia ter sido enganada pelo mercador.
Decidiu então ir à próxima feira e levar o caldeirão ao mercador. Procurando na secção das vendas de apetrechos de cozinha, a bruxa viu que o mercador não era o mesmo, era o neto e, claro, não se lembrava. Ficou desapontada. Perguntou-lhe, o que podia fazer com o caldeirão furado.
O mercador olhou e disse:
– Este caldeirão só serve de vaso para flores.
A bruxa irritou-se com a sugestão e, não fosse a gente toda ali na feira, transformava-o em sapo. Acabou por dizer:
– A solução parece boa, sim senhor. Mas diga-me cá: Se faço este de vaso onde irei cozinhar?
O mercador sem demora mostrou um outro.
– Neste aqui que está com um bom preço.
A bruxa olhou para o caldeirão que o mercador apontava, dentre vários outros, e ficou encantada.
– Pois bem, levo-o. Disse a Bruxa.
O mercador esfregou as mãos de contente.
– Mas aviso-o; acrescentou a bruxa.
– Se lhe acontecer o mesmo que ao outro, pode ter a certeza de que o transformarei em sapo.
O mercador riu enquanto embrulhava o novo caldeirão.
A bruxa pagou três moedas de prata e foi para casa muito satisfeita com a compra. O caldeirão
era realmente uma maravilha. Bonito na sua cor nova e brilhante. Em relação ao caldeirão velho,
a bruxa seguiu o conselho do mercador: colocou em frente da casa com vaso de flor.
Os anos foram passando e a bruxa continuou com suas poções. Até que um dia apareceu um furo no
novo e agora velho caldeirão. Rogou uma praga tamanha que o mercador que lhe vendera o caldeirão transformou-se num sapo.
E a bruxa muito brava comprou um caldeirão de cristal.
Atividade:
1º) Vamos começar a fazer a poção para isso precisamos procurar o caldeirão de cristal da bruxa na sala de início e fim; (sala de vídeo)
2º) Achamos o vaso, agora precisamos procurar o Laço Vermelho da princesa na sala do sono; (sala de dormir)
3º) Que legal, mas a poção ainda não funciona, pois precisamos procurar o Medalhão de ouro e o medalhão de prata do príncipe, um está onde só os meninos podem entrar (banheiro masculino); o outro onde só as meninas podem entrar (banheiro feminino)
4º) A poção precisa da água mágica da Bruxa, então vamos procurar a garrafa da Bruxa que está na fonte da vida; (bebedouro)
5º) Para que a mágica funcione precisamos achar o Anel do mago, ele está atrás de uma das portas.
6º) Falta pouco para a poção ficar pronta, agora precisamos procurar as 24 pedras mágicas onde não se fala com a boca cheia; (refeitório) cada um deverá trazer uma e sentar no círculo dos bons.
Pronto, temos tudo o que precisa para fazer a poção, vou colocar o anel para preparar a poção, primeiro vou pegar o vaso e amarrar o laço em volta, agora vou colocar o medalhão de ouro e prata dentro, cada um faz um pedido, mas não pode dizer a ninguém, agora um por um vai colocar a pedra dentro.
FALAR: Se a água ficar vermelha o pedido vai se tornar real para todos que forem bons.
Despejar a água dentro (para dar o efeito vermelho pode-se colocar pó xadrez ou papel crepom). Pode-se borrifará perfume escondido.
Agora de pé vamos gritar VIVAS!
Atividade: Ponga-ponga
Formação: O professor será o “ponga-ponga”. Os alunos se posicionam em círculo e o ponga- ponga atribui a cada um números em seqüência, (1,2,3,4,5...).
Desenvolvimento: Então todos devem fazer os movimentos de bater com as duas mãos na coxa por duas vezes e depois estalar os dedos duas vezes. A pessoa que dirige inicia dizendo ponga-ponga enquanto bate 2 x na coxa, quando estala os dedos (2x) diz o número da pessoa seguinte também 2 x, este diz seu próprio número duas vezes enquanto bate na coxa e número de outra pessoa quando estala os dedos e assim por diante. Exemplo:
Quem dirige diz: Ponga ponga – (batendo 2x na coxa), sete, sete – (estalando os dedos 2x), O Número 7 Responde: sete, sete, (batendo 2x na coxa), três, três – (estalando os dedos 2x...). O nº 3 Responde: três, três (2x coxa), quatro, quatro (estalando os dedos)
Desenvolvimento: Então todos devem fazer os movimentos de bater com as duas mãos na coxa por duas vezes e depois estalar os dedos duas vezes. A pessoa que dirige inicia dizendo ponga-ponga enquanto bate 2 x na coxa, quando estala os dedos (2x) diz o número da pessoa seguinte também 2 x, este diz seu próprio número duas vezes enquanto bate na coxa e número de outra pessoa quando estala os dedos e assim por diante. Exemplo:
Quem dirige diz: Ponga ponga – (batendo 2x na coxa), sete, sete – (estalando os dedos 2x), O Número 7 Responde: sete, sete, (batendo 2x na coxa), três, três – (estalando os dedos 2x...). O nº 3 Responde: três, três (2x coxa), quatro, quatro (estalando os dedos)
Atividade: Passa anel
Formação: Antes de começar a brincadeira, se determina uma criança para ser o passador do anel e outra para ser o adivinhador. Todas as crianças, menos o passador, devem formar uma fileira e unir as mãos, palma com palma.
Desenvolvimento: O passador pega o anel, esconde-o entre as palmas das mãos e vai passando-as no meio das mãos dos outros. Depois de fazer isso com todas as crianças da fila, o passador pergunta ao adivinhador: "Com quem está o anel?" Se o adivinhador acertar com quem está, ele será o próximo passador e deverá escolher quem será o adivinhador.
Desenvolvimento: O passador pega o anel, esconde-o entre as palmas das mãos e vai passando-as no meio das mãos dos outros. Depois de fazer isso com todas as crianças da fila, o passador pergunta ao adivinhador: "Com quem está o anel?" Se o adivinhador acertar com quem está, ele será o próximo passador e deverá escolher quem será o adivinhador.
Atividade: Pular corda – Foguinho
Formação: Em coluna, o animador trilha com ajuda de um participante.
Desenvolvimento: Quem estiver trilhando canta: “Salada, saladinha; Bem temperadinha; Com sal, com pimenta; Fogo, foguinho.“ Quando falar a palavra "foguinho" começa a trilhar cada vez mais rápida. Vence quem conseguir pular mais tempo sem esbarrar na corda).
Desenvolvimento: Quem estiver trilhando canta: “Salada, saladinha; Bem temperadinha; Com sal, com pimenta; Fogo, foguinho.“ Quando falar a palavra "foguinho" começa a trilhar cada vez mais rápida. Vence quem conseguir pular mais tempo sem esbarrar na corda).
Atividade: Pular corda – Subi na roseira.
Formação: Em coluna, duas pessoas para trilhar.
Desenvolvimento: Ao sinal o primeiro pula enquanto cantam: “Subi na roseira, quebrei o galho, fulano (fala um nome) me acuda, senão eu caio”. (Nisso outro participante entra bate na mão de quem o chamou e este sai, o que ficou continua a canção até que todos tenham participado).
Desenvolvimento: Ao sinal o primeiro pula enquanto cantam: “Subi na roseira, quebrei o galho, fulano (fala um nome) me acuda, senão eu caio”. (Nisso outro participante entra bate na mão de quem o chamou e este sai, o que ficou continua a canção até que todos tenham participado).
Atividade: Pular corda – Um homem.
Formação: Em coluna, o animador trilha com ajuda de um participante.
Desenvolvimento: Ao sinal de início os participantes irão pular de acordo com a música: “Um homem bateu na minha porta e eu abri; senhoras e senhores; pulem num pé só; Senhoras e senhores; ponham a mão no chão; senhoras e senhores; dêem uma rodadinha; e vão pro olho da rua! (sai da corda)
Desenvolvimento: Ao sinal de início os participantes irão pular de acordo com a música: “Um homem bateu na minha porta e eu abri; senhoras e senhores; pulem num pé só; Senhoras e senhores; ponham a mão no chão; senhoras e senhores; dêem uma rodadinha; e vão pro olho da rua! (sai da corda)
Atividade: Pular corda – O relógio.
Formação: Em coluna, o animador trilha com ajuda de um participante.
Desenvolvimento: Ao sinal de início os participantes irão pular de acordo com as horas, ou seja, início zero hora (participantes passam pela corda trilhada sem pular); uma hora (um pulo e saem); duas horas (dois pulos) e assim sucessivamente até chegar em doze horas onde pulam doze vezes, após as doze horas o relógio quebra e conta-se até o participante errar.
Desenvolvimento: Ao sinal de início os participantes irão pular de acordo com as horas, ou seja, início zero hora (participantes passam pela corda trilhada sem pular); uma hora (um pulo e saem); duas horas (dois pulos) e assim sucessivamente até chegar em doze horas onde pulam doze vezes, após as doze horas o relógio quebra e conta-se até o participante errar.
Atividade: Toque gradativo
Formação: Uma corda estendida a 1,5 m do solo.
Desenvolvimento: Os alunos deverão em coluna tocá-la quando o último tocar aumenta-se a altura e assim sucessivamente até ninguém conseguir tocá-la.
Desenvolvimento: Os alunos deverão em coluna tocá-la quando o último tocar aumenta-se a altura e assim sucessivamente até ninguém conseguir tocá-la.
Atividade: Passar o túnel
Formação: Uma corda estendida a 1,5 m do solo.
Desenvolvimento: Os alunos deverão em coluna passar por baixo quando o último passar diminui-se a altura e assim sucessivamente até ninguém conseguir passar.
Desenvolvimento: Os alunos deverão em coluna passar por baixo quando o último passar diminui-se a altura e assim sucessivamente até ninguém conseguir passar.
Atividade: Pular o muro.
Formação: Uma corda estendida a 30 cm do solo.
Desenvolvimento: Os alunos deverão em coluna saltá-la quando o último saltar aumenta-se a altura e assim sucessivamente até ninguém conseguir saltar. Pode-se estender cordas de forma gradual (1ª 30 cm, 2ª 50 cm, 3ª 70 cm....).
Desenvolvimento: Os alunos deverão em coluna saltá-la quando o último saltar aumenta-se a altura e assim sucessivamente até ninguém conseguir saltar. Pode-se estender cordas de forma gradual (1ª 30 cm, 2ª 50 cm, 3ª 70 cm....).
Atividade: Pular o rio.
Formação: Estendem-se duas cordas paralelamente a uma distância de 1 metro uma da outra.
Desenvolvimento: Os alunos deverão em coluna saltá-la quando o último saltar aumenta-se a distância entre as cordas e assim sucessivamente até ninguém conseguir saltar.
Desenvolvimento: Os alunos deverão em coluna saltá-la quando o último saltar aumenta-se a distância entre as cordas e assim sucessivamente até ninguém conseguir saltar.
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